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Mostrando postagens de julho, 2013

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as palavras vem em rio, escorrendo sem controle. enquanto houver caminho, escorre. enquanto houver morro, move. quando cacheira poesia, banha moça, rapaz e roupa. quando sonhador garimpa, acha de ouro, pepita. as palavras vem em rio, sonhando com o mar. mineiro quieto escreve: morro aqui não há de faltar. Ainda bem.

frase curta

frase curta noite escura grito baixo silêncio fundo entre cobertas corpos nus entre lençóis almas juntas amar-nos amando eu e tu tu e eu um nó nós um só em dois em dois um nós

No caderno as palavras tem sido muito riscadas

Paginas borradas e seus pingos de café. O tempo para passar é menor, O para dormir também. O ambiente não sumiu com as manchas. O vento de inverno sopra, lento. Algumas folhas espalham-se pelo chão, Corpo estacionado viaja longe de si. Células deixam mente e braço roça o chão. Musica beija o ambiente. Lentamente, Sentir. Estar perto de ti, Quando tu longes de mim. Estar por aqui. Abraçando-te daí.