Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2013

2012

Aqui o ano se finda, Foi vida Frenético um menino grita. Do poço ao teto, flutuo. As lagrimas vieram, Mas foi o vento mágico que levantou, Tanto que decolou. Intensidade. Nada foi em vão. O mar expandindo mentes. As dicotomias, As saídas solitárias, perdidas. Passos noturnos às sextas, Encarando o mundo. Existe mais força, quando não se tem força. Existe o amor, Existe uma flor exalando vida. Foi. Cavalos marinhos. Meninos. Caranguejos em castelos, Pedras gigantes empurrando problemas. Morro abaixo. Lagrimas. Noites proibidas. Dança. Loucura. Gritos de vida. Ideias, conclusões, criações. Planos. Novas casas. União. O bop batendo corações , Convulsões. Orgasmos musicais. Orgasmos carnais. Noites brancas. Lágrimas para uma loucura, De louco para louco. Lembranças. Estrelas simples e indestrutíveis. Me cheira! O terror de uma risada sem fim. Bonecas, Conquistas, Amores traídos, Amigos em perigo. ...

As conclusões de mentes novas

Quando a faísca é pouca para iniciar a chama, Qualquer inflamável é pouca isca. Quando o dia amanhece sem cama, Os olhos veem os sonhos adiados. Constrói-se um ano com tijolos de horas Pilha sobre pilha, O cimento da memória, segura os muros. Estão seguros? Não vai cair. As latas de alumínio ainda não enferrujaram minha carne. Eu bebi, virei cada gota que digeri. Bebi. Minha carne eu feri. Mas não enferrujei. Derreto-me aos poucos, Mas aos poucos não desisto. Insisto em um existir solto, Bicho do mato, Minha coleira a pele que me segura, Muda, Cercada de ordens perdidas. Mudando a todo tempo, Em um turbilhão de caos. Meu Deus é o tigre que ruge rouco, Apenas visto. Apenas sentido. Não emite ruído. Com a noite me engulo e espero o regurgito. Mais uma dose, viro. É preciso esquecer que não se tem o que quer esquecer. O golfo do México, mexe comigo, E o sombreiro me dissipa da luz. Doce inimigo. Estou seguro contigo. Longe ...