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Mostrando postagens de abril, 2014
Da escrita, o som do teclado batendo. Me encanto o silêncio com seu andamento, Pela noite turva que libera as ideias. Mal nascem elas, desaguam o que são. Mascaradas palavras, pelo papel, Branco de pixels, na tela de LED. Rumo ao destino, tal qual rio. Cair no mundo de olhos ou não. Esperar no corredor até a cadeira. Derreter-me as veias e o que tenho. Acatar o que decidir a lei da língua. Do fardo ao prêmio. Em busca do que sou. Até que o tempo me faça outro, E nova noite me roube o sono. Sigo procurando o que se esconde. Pelo único motivo de nunca achar.