Isso
A força imóvel corrompe a vontade,
Olho pela janela para ver a cidade.
O mar de luzes cria teus detalhes.
Como ver partes do silêncio criado.
Encarar o horizonte até ele sumir
Evaporar nos sentidos que o fizeram visto.
Dissipar-se em incontáveis pontos,
Todos contidos em teus olhos
Expandidores de mentes desertas
Ilusoriamente entregues aos oásis distantes
Da meditação fulgurante do tempo.
Que jorra fervente pela espiral aquarelada do momento.
Rumo à tela branca do futuro!
Seguimos todos juntos pelo fim do não realizado,
Posicionando cada cor em seu lugar,
Para abastecer lindamente a galeria de arte da existência.
Ah! Como me agrada fazer da vida tela.
Caminhar em direção àquela montanha,
Que por trás de outras gritava liberdade.
Por sobre os prédios, ruas e lares.
Por toda cidade, por toda parte.
O monte que quero é sempre o próximo,
Que de próximo em próximo sonho o infinito,
Sem saber que me cabe o infinito.
O perpétuo perene interminavelmente infindável infinito!
Com o eterno medo de morrer
E a eterna vontade de viver.
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