Onomatopeias imagéticas gritam do escuro.
Imagens universais belas, terríveis e absurdas.
Ensurdecendo as cabeças racionais em transe,
Hipnotizadas com o brilho do peso do mundo,
Que faz vibrar em final de curso.
O ponteiro epiléptico da balança temporal.
Vejamos o que temos aqui.
Do alto, Atlas segura o céu.
De baixo os homens iluminados,
Brigam para segurar o chão.
Cada qual com uma terra na mão,
E uma lágrima na face do coração.
Imagens universais belas, terríveis e absurdas.
Ensurdecendo as cabeças racionais em transe,
Hipnotizadas com o brilho do peso do mundo,
Que faz vibrar em final de curso.
O ponteiro epiléptico da balança temporal.
Vejamos o que temos aqui.
Do alto, Atlas segura o céu.
De baixo os homens iluminados,
Brigam para segurar o chão.
Cada qual com uma terra na mão,
E uma lágrima na face do coração.
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