A nuvem e o quadro surrealista
No céu de frases infinitas,
Sobram as nuvens do sonho.
Um redemoinho de letas e sons,
Dançando sobre as lagrimas
Que devemos à existência.
Trocamos a nos mesmos,
E o sol ilumina diferente,
Criando do reflexo da nuvem.
As mais variadas cores sobre a terra
seca.
A terra seca que agora admira.
A nuvem leve,
Que deseja todo o peso de uma tempestade
E toda mobilidade de um furação tropical.
A nuvem desconhecida,
Que surgiu em meio a outras nuvens
E se fez senário desse quadro surrealista.
A nuvem avessa,
Que vive sem óculos no mundo míope,
Buscando suas saídas longe do comum.
A nuvem,
Que agora a terra seca observa.
Trocamos a nos mesmos,
E nunca mais o céu foi o mesmo.
O quadro mudou.
O surrealismo ficou.
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