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Era vazio, sempre foi
Era escuro, aprendeu a enxergar
Era frio, aprendeu a se agasalhar
É vazio
É escuro
É frio
Mas nunca deixou de ser
Aprendeu a esperar
Sempre esperou
Talvez morra de esperança
A esperar o que não sabe
O diferente de vazio, escuro e frio.
Esse diferente possível utópico
Que enfiaram em minha cabeça
E que nem sei se me cabe.

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